terça-feira, 23 de abril de 2013

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+ registros da MOSTRA OSSO [ABRIL] CIDADE BAIXA:
http://coletivosso.blogspot.com.br/2013/04/mostra-osso-de-performances-urbanas.html
Ação na a Mostra Osso de Performances Urbanas - Cidade Baixa [SSA/BA/BRA] Vai rolar... Respondia quando me perguntavam o faria nesta edição. E rolou. Rolou o rolo de fita adesiva, o rolo de papel higiênico, rolou a cerveja e o tal do gozo. Na cruz, entre duas paredes institucionais, uma igreja monumental e a serie de pequenas barracas de côco e cerveja enfileiradas, na calçada da praia.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

BRECHÓ BREJA (brejá)

Design para o brechó/bazar da Instituição de Acolhimento das Crianças do Engenho Velho de Brotas. Lindo trabalhos eles fazem por lá:


segunda-feira, 8 de abril de 2013

MOSTRA OSSO [ABRIL] CIDADE BAIXA








O Coletivo OSSO realiza entre os dias 19 e 21 deste mês a Mostra OSSO de Performances Urbanas série Cidade Baixa. Com um trajeto que pretende ocupar trechos entre o Comércio e a Ribeira, as performances tem como objetivo promover um diálogo com a cidade, a comunidade e entre os artistas.




Laís Guedes (Bahia) e Tzitzi Barrantes (Colômbia) são as artistas convidadas da Mostra, que conta ainda com trabalhos dos integrantes do Coletivo Osso: Dani Félix, João Pedro Matos, Lucas Moreira, Rose Boaretto, Tiago Sant’Ana e Tuti Minervino.



Levar a linguagem da performance para outras localidades é o objetivo principal das mostras organizadas pelo Coletivo OSSO desde 2009. A proposta dessas intervenções é investigar outros espaços de confrontações e interações - propondo outras possibilidades do fazer artístico para além de museus, galerias e grandes centros urbanos. Mais informações: www.coletivosso.blogspot.com




sábado, 2 de março de 2013

II MOLA - Mostra OSSO Latino Americana de Performances Urbanas


+ info: http://www.mola2013.blogspot.com.br/

PRESS RELEASE
II MOLA – Mostra OSSO Latino Americana de Performances

“O corpo informa enquanto a boca cala, a ossatura é feita de fibras e tecidos e a política nada mais é que afeto”. OSSO Coletivo de Performance.

A II MOLA - Mostra OSSO Latino Americana de Performances – aporta na Costa do Descobrimento entre os dias 10 e 20 de março. A bordo, performáticos e pesquisadores da linguagem da performance art de diversos países latino americanos ávidos em (re) descobrir a região tombada pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – como patrimônio histórico brasileiro e dotada de extraordinária riqueza natural. Elaboradas a partir do contato dos artistas com a realidade local, as performances serão apresentadas em diversos espaços públicos de Arraial D`Ajuda e Trancoso, distritos do município turístico de Porto Seguro. Debates sobre temas relacionados a performance em espaços públicos, a cena independente na América Latina, também estão incluídos na programação da II MOLA, realizada pelo OSSO Coletivo de Performance e viabilizado pelo edital setorial de artes visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia.  

Fruto de um ciclo de mostras performáticas realizado pelo OSSO em 2009, a MOLA foi criada em 2010 com o objetivo de fortalecer uma rede de performadores na América Latina e ainda inserir a Bahia no calendário dos festivais de performance ao redor do mundo. Levar a linguagem da performance art atualmente bastante restrita aos grandes centros urbanos para outros espaços, permitindo confrontações outras, também são propósitos da MOLA que se configura como uma mostra itinerante de performance e ainda em um fórum privilegiado de trocas de experiências entre artistas e pesquisadores. A comissão de seleção da II MOLA - Rose Boaretto (integrante do OSSO e coordenadora da MOLA), Bia Medeiros (professora do Instituto de Artes da UNB) e Santiago Cao (artista performático argentino) - esteve empenhada em identificar artistas diretamente envolvidos com a cena independente de performance em seus países de origem, e ainda com propostas de trabalhos relacionais voltados para espaços públicos: Anibal Sandoval (Chile), Diana Daf (Peru), George Sander (São Paulo-Brasil), Juan Montelpare (Equador), Laís Guedes (Bahia-Brasil), Lucas Moreira (Bahia-Brasil), Luis Eduardo Martínez (Argentina), Mariana Picart Motuzas (Uruguai), Maria Eugênia Matricardi (Distrito Federal-Brasil), Sara Panamby (São Paulo-Brasil), Tiago Sant`Ana (Bahia-Brasil), Tzitzi Barrantes (Colômbia).

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Bicha Oca - Mostra 'Réquiem para um rapaz triste 10 anos' _ SP 2013 - Crítica Miguel Arcanjo

Miguel Arcanjo Prado, já gostava da obra em 2012, quando vira em no Festival de Curitiba:

[ na integra: entretenimento.r7.com ]

"

Lima também apresentou outro projeto, Bicha Oca, que fez furor no ano passado no Festival de Curitiba e no qual atua ao lado do ator baiano João Pedro Matos.
(...)
Em Bicha Oca, por sua vez, Lima se transforma e assume o papel de seu Alceu, um homossexual já em idade avançada e que vê o mundo atual com olhos severos e repreensivos, sobretudo a liberdade com a qual os gays da atualidade lidam com sua sexualidade em público. O texto é de Marcelino Freire.
Apesar de condenar a exibição do amor entre dois homens, Alceu mantém um jovem rapaz em casa, interpretado pelo despido e provocantemente belo João Pedro Matos, com quem mantém uma relação cheia de libido.
Rodolfo Lima vai fundo no underground nesta encenação, entregando-se e também conseguindo uma entrega desmedida de Matos. Ambos se despem da vaidade em prol da encenação realista proposta por Rodolfo Lima, que chega a deixar a plateia boquiaberta em alguns momentos.
Assim como em Réquiem para um Rapaz Triste, Lima surge um ator ciente do efeito que provoca no palco e que usa e abusa deste seu talento para provocar e fazer refletir. Como é missão de um grande artista.
E Rodolfo Lima é um grande artista da cena teatral brasileira. Autodidata, vai fundo naquilo que acredita sem receio algum. Máquina de acreditar, faz tudo com tanta verdade que a nós só resta acreditar com ele.
Mostra Réquiem para um Rapaz Triste - 10 Anos
Avaliação: Muito bom
Bicha Oca Teatro Gamboa Anderson Zeg 2 Crítica: <i>Réquiem para um Rapaz Triste   10 Anos</i> consagra Rodolfo Lima como máquina de acreditar
foto: Anderson Zeg
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